Segundo informações do site Políticos do Sul da Bahia, o clima ficou tenso nos bastidores da política baiana envolvendo o ex-ministro João Roma (PL) e o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). O estopim do desgaste teria sido o voto de deputados do União Brasil da Bahia favorável à cassação da deputada federal Carla Zambelli, decisão que gerou forte desconforto entre aliados.
O episódio ameaça esfriar a relação entre o PL, partido comandado por João Roma na Bahia, e o União Brasil de ACM Neto. As duas siglas vinham atuando como aliadas estratégicas em alguns cenários eleitorais e institucionais, mas o movimento recente expôs divergências que podem comprometer futuras alianças.
O mal-estar ganha ainda mais força diante do cenário nacional. Enquanto ACM Neto trabalha nos bastidores para viabilizar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como principal nome da direita para a disputa presidencial, o PL já colocou Flávio Bolsonaro no tabuleiro político.
Com interesses distintos e estratégias em rota de colisão, o xadrez político passa por novo rearranjo — e, mais uma vez, a Bahia assume papel central nas articulações da direita brasileira.












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